REVISTA DE MENOPAUSIA
TRH E RISCO DE TROMBOEMBOLISMO:
Resultados Preliminares
Margarido, P.F.R.; Arie, W.M.Y.; Bagnoli, V.R.; Fonseca, A.M.; Halbe, H.W. & Pinotti, J.A. Clínica Ginecológica da FMUSP (Serviço do Prof J.A. Pinotti). Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255 Tel: 282-7394
Objetivo: Avaliar os fatores de risco para desenvolvimento de tromboembolismo em mulheres em uso de terapêutica de reposição hormonal (TRH).
Material e Métodos: De 01 a 07/98 foram estudadas 10 mulheres em uso de TRH com idades entre 26 e 73 anos. 5 apresentavam antecedente de fenômeno tromboembólico e 5 desenvolveram a doença durante a TRH. Foram analisados os seguintes fatores de risco: antecedentes pessoais; obesidade, avaliada pelo índice de Quetelet (peso/altura2); hipertensão arterial sistêmica, faixa etária no momento do desenvolvimento do fenômeno tromboembólico; tabagismo; e tipo de hormônio em uso.
Resultados: 20% apresentavam antecedente de Síndrome Antifosfolípide, 10% com antecedente de Lúpus Eritematoso Sistêmico, 20% com hipertensão arterial, 70% das pacientes tinham obesidade ou excesso de peso, 80% com idade maior que 40 anos e 10% eram tabagistas. 50% das pacientes estudadas não apresentavam antecedente de doença tromboembólica e desenvolveram o episódio na vigência de TRH. Destas, 40% receberam estrogênios e 60% progestagênios. As 50% restantes iniciaram o acompanhamento no setor com antecedente de episódio tromboembólico, sendo que 40% delas receberam estrogênios, 20% fizeram uso de progestágenos e 40% não usaram hormônios. O seguimento destas pacientes variou de 3 meses a 6 anos, não sendo identificada ocorrência de episódio tromboembólico nestas pacientes neste período.
Conclusões: este estudo preliminar mostrou que houve predomínio de fenômenos tromboembólicos em pacientes obesas ou com excesso de peso e naquelas em uso de progestágenos.
EVALUACION DE LA TOLERANCIA Y EFECTO SOBRE EL PESO Y TENSION ARTERIAL DE DOS ESQUEMAS SECUENCIALES DE THR CON ESTRADIOL Y PROGESTERONA MICRONIZADA.
Fusaro D., Campostrini B., Frizza A. Martino M., Parisi C., Pozzo de Cima S., R. Vidal D., Sáenz G., Sauchelli L., Scoccimarra S., Witis S. Institución: Grupo Cooperativo GECLIM. Dirección: Arcos 2626, Cap. Fed. (1428). Tel./Fax: 54.1.781.5009 ++ 273 - Argentina.
Objetivo: Evaluar la Tolerancia, el efecto sobre Peso (P) y Tensión arterial (TA) del 17ß estradiol (E2) y la progesterona micronizada (PM) por vía oral en 2 dos esquemas secuenciales de THR con deprivación mensual o trimestral.
Diseño: Prospectivo, randomizado.
Material y Método: Fueron estudiadas 134 pacientes postmenopáusicas (p) randomizadas según día de nacimiento para recibir 12 meses de THR con 2 mg de E2 oral asociado a: Grupo A (69 p): 200 mg/día por 14 días/mes de PM. Grupo B (65 p): 200 mg/día por 14 días cada 3 meses de PM. Se evaluó la tolerancia de los 2 esquemas mediante una escala análogo visual a tiempos 3, 6, 9 y 12 meses de tratamiento. Se registraron los valores de P y TA sistólica y diastólica a tiempos 0, 3, 6, 9 y 12 meses. Ambas ramas se hallaban balanceadas al ingreso al estudio respecto de: edad, peso, TA, índice de Quetelet, tipo y tiempo de menopausia. Para el análisis estadístico se usó el test de Wilcoxon y el test de T.
Resultados: 16 p (12%) abandonaron el estudio. Por causas ajenas al tratamiento, en B: 7 p. Por efectos colaterales, en A: 4 p, y en B: 5 p. Se refirieron como efectos adversos: mastalgia 39 p (33%), tensión premenstrual 24 p (20%), metrorragia 17 p (14%), gastrointestinales 10 p (8%) y otros 3 p (2%). El p y la TA no mostró cambios significativos post tratamiento en ambas ramas.
Conclusiones: Ambos esquemas fueron bien tolerados y el índice de deserción puede considerarse aceptable.
ANALISIS DE LA INCIDENCIA DE LOS FACTORES DE RIESGO EN EL DESARROLLO DE OSTEOPOROSIS, EN UNA POBLACION DE MUJERES POST-MENOPAUSICAS EN LA CIUDAD DE BUENOS AIRES. ARGENTINA
Dres.: Magaril, Clelia; Perelstein, Sergio; Montoya, Claudio; Dillon, Juan; Moussatche, José. Hospital del Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires "Dr. J.M. Ramos Mejía". General Urquiza 609 (1221). Buenos Aires. República Argentina.
Material y Método: Se estudió una población de 296 mujeres post-menopáusicas sanas, sin Terapia Hormonal de Reemplazo (THR), que consultaron por sintomatología climatérica o control ginecológico. En la primera visita se realizó anamnesis, se pidieron estudios de rutina y se solicitó Densitometría Ósea (DMO) de columna lumbar y ambas caderas. El promedio de edad de las pacientes fue de 50.04 años, edad promedio de la menopausia 47.3 años y tiempo de amenorrea 5.5 años. El peso promedio fue de 62,2 kg. y la altura promedio fue de 157 cm. Los resultados de la DMO se dividieron en 3 grupos: G1: DMO normal para la edad (25.67%); G2: DMO entre 1 y 2,5 Desvíos Standard (DS) (37.83%) y G3; DMO por debajo de 2,5 DS (36.48%). Se analizaron los factores de riesgo (FR) en cada grupo.
Resultados: A continuación se analizan los resultados estadísticamente significativos:
Conclusión: La mayor incidencia de OP se observó en pacientes con 2 o más FR, en concordancia con la mayoría de los trabajos internacionales. Pero en nuestro grupo, es importante destacar que algunos FR importantes, como el tabaquismo, no incidieron en la aparición de OP., como era esperable. Para el análisis estadístico de los datos se utilizó la prueba de Chi cuadrado.
EFEITO DO 17BETA-ESTRADIOL POR VIA TRANSDÉRMICA SOBRE A LIPOPROTEÍNA(a) EM MULHERES PÓS-MENOPAUSAIS HIPERTENSAS
Sakamoto, Luís C.; Hai-Be, Hans W.; Pares, Madalena M.; Fonseca, Ângela M.; Ramos, Laudelino O.; Pinotti, José A. Clínica Ginecológica - H.C.F.M.U.S.P. - São Paulo.
Objetivo: Analisar os efeitos do 17beta-estradiol por via transdérmica sobre a lipoproteína(a) em mulheres pós-menopausais hipertensas.
Material e método: Foram estudadas 45 pacientes pós-menopausais brancas hipertensas, no Setor de Ginecologia Endócrina e Climatério do H.C.F.M.U.S.P., divididas em 2 grupos. O primeiro grupo foi constituído de 25 pacientes que utilizaram 17beta-estradiol por via transdérmica com liberação de 50 mcg ao dia, trocados 2 vezes por semana. O segundo grupo foi constituído de 20 pacientes que utilizaram 1 comprimido via oral ao dia de placebo. O tempo de tratamento foi de 180 dias. Foram realizados dosagens de lipoproteína(a) aos tempos 0 e 180 dias, e realizado tratamento estatístico através do teste t de Student com intervalo de confiança de 95%.
Resultados: No tempo 0, a lipoproteína(a) foi de 38,3 mg/L com desvio padrão de 30,6 no grupo tratado com hormônio, e 39,7 mg/L com desvio-padrão de 23,0 no grupo tratado com placebo. No tempo 180 dias, a lipoproteína(a) no grupo tratado com hormônio reduziu de forma significativa para 30,0 mg/L com desvio padrão de 28,1, e no grupo placebo a lipoproteína(a) não apresentou diferença estatisticamente significativa.
Conclusões: O estradiol por via transdérmica pode determinar redução da lipoproteína(a) favorecendo a diminuição do risco cardiovascular.
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